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Para que serve nimesulida? Conheça o método de ação!

Você já sabe para que serve nimesulida? O medicamento apresenta ação analgésica, anti-inflamatória e antipirética, utilizada principalmente no tratamento de desconfortos como dor de garganta, dor de cabeça e dor de dente.  Em razão da grande facilidade de adquirir esse fármaco, os indivíduos acabam se automedicando antes de consultar um médico capacitado, o que é uma atitude completamente prejudicial, podendo acarretar em perigos e riscos à saúde.  Saiba aqui para que serve nimesulida, para quem é indicada, como funciona e prós e contras do medicamento: O que é nimesulida? A nimesulida pertence a uma classe de medicamentos intitulados de AINE (anti-inflamatório não esteroidal), apresentando uma ação analgésica, capaz de controlar dores leves, moderadas e agudas, uma ação anti-inflamatória, responsável por tratar inflamações, e uma ação antipirética, que cumpre o papel de controlar sintomas de febre.  O fármaco inibe uma enzima proveniente das substâncias inflamatóri...

Cris/Fiocruz lança e-book sobre respostas globais à pandemia

Durante todo o ano, o Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris/Fiocruz) produziu informes quinzenais sobre a saúde global e as respostas da diplomacia da saúde. Os Cadernos Cris foram intercalados com seminários, também quinzenais, que analisaram os cenários e traziam temas como as ações de instituições internacionais, os avanços tecnológicos e clínicos, a evolução da pandemia de Covid-19 e o impacto sobre os direitos humanos e populações vulneráveis. A síntese deste acompanhamento ganhou agora a forma do e-book Diplomacia da saúde: respostas globais à pandemia, que já pode ser baixado gratuitamente. O lançamento do livro ocorre nesta quarta-feira (15/12), às 10h, com transmissão pelo YouTube em português, inglês e espanhol.

“Vemos que o comportamento do multilateralismo global foi extremamente retórico. Houve declarações maravilhosas, como as do G7 e do G20, com todas as organizações sendo muito assertivas, mas na hora de dar o passo seguinte e transformar a retórica em prática, isso não se concretizou”, comentou Paulo Buss, coordenador do Cris.

Buss usa uma frase de Antonio Gramsci – “o pessimismo da razão e o otimismo da vontade” – para sintetizar a situação. Embora o pensador italiano tivesse se referido à situação política do seu país na década de 1920, o coordenador do Cris e ex-presidente da Fiocruz acredita que ela se aplique perfeitamente ao momento atual: o pessimismo diante do impacto da pandemia, que atingiu de forma desigual nações ricas e pobres; e o otimismo ao observar a resposta rápida da ciência.

Com cerca de 500 páginas, o livro reúne 67 autores, incluindo colaboradores fora do Cris e da própria Fiocruz, como o ex-chanceler Celso Amorim. Aí também estão colaboradores estrangeiros, como Nicoletta Dentico, copresidente do Geneva Global Health Hub (G2H2) e que já participou de alguns dos 25 Seminários Avançados em Saúde Global e Diplomacia da Saúde em 2021. A lista é grande e inclui o assessor científico da Fiocruz Akira Homma; o epidemiologista Armando De Negri Filho, membro do Mecanismo de Especialistas em Direito ao Desenvolvimento do Conselho de Direitos Humanos da ONU; Paulo Gadelha, coordenador da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030; Tomé Cá, membro da Organização Oeste Africana de Saúde (OOAS/Cedeao); e João Aprigio Guerra de Almeida, coordenador da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz), entre muitos outros.

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Fonte: Fiocruz.

Fonte: www.blogsaudecoletiva.com.br/blog



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